A Igreja dos Últimos Dias: A Aparência da Piedade (2 Timóteo 3)

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"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes" 2 Timóteo 3:2-5.

 Introdução 

Nas últimas semanas eu passei a observar o texto do capítulo três da segunda carte de Paulo a Timóteo e percebi que este texto retrata, com bastante propriedade, a realidade da Igreja do nosso tempo. Neste texto lemos uma profecia de Paulo acerca dos homens e de como seria a atitude destes homens nos últimos dias.

Para muitas pessoas esta descrição trata-se dos incrédulos que não conhecem o Senhor, porém podemos ver que trata-se, na verdade, de uma clara demonstração de pessoas que estão no convívio da Igreja neste tempo do fim. Percebemos isso quando Paulo nos diz que estes tais possuem "forma de piedade".

Antes prosseguir no estudo deste texto é bom frisar que por "Igreja" entendemos o grupo de irmãos que se reúnem em algum lugar. O conceito de que Igreja é o templo de adoração não se encaixa aqui. Para entender melhor sobre este tema, leia a meditação O Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, sobre o texto de Atos que fala sobre isto.

 Características da Igreja dos últimos dias 

Neste texto podemos perceber que a construção social da cultura ocidental impulsiona o homem a ser exatamente conforme foi descrito por Paulo há tanto tempo. Vejamos algumas das características que Paulo descreve e vejamos se ela se encaixa na nossa realidade:
  • Egoístas (amantes de si mesmos): O dicionário nos mostra que "egoísmo" é o "amor exclusivo à pessoa e aos interesses próprios". Ou seja, é a preferência do "eu" ao invés do todo. Será que precisamos de alguma prova que somos todos egoístas? No tempo dos apóstolos em Atos a palavra nos mostra que "todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum" Atos 2:44. As características da Igreja são avessas aos interesses próprios, pois o nosso interesse é fazer a vontade de Deus e não a nossa.
  • Avarentos: O dicionário nos diz que "avareza" é o "apego sórdido ao dinheiro para o acumular" e ainda é a "falta de generosidade". Infelizmente a avareza também já faz parte nas nossas comunidades e denominações. Porém, não é bom que seja assim. Por causa da nossa avareza estamos fazendo daquilo que é santo um mercado. Nos tempos de Jesus ele limpou o templo com um azorrague e certamente limpará também nos nossos dias. Novamente Atos nos mostra o que verdadeiros cristãos fazem com seu dinheiro: "Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade" Atos 2:45. Ah! Se soubéssemos e conhecêssemos o Verdadeiro certamente distribuiríamos a nossa riqueza entre tantos irmãos que tem necessidade. Sabe por que não fazemos assim? Porque somos avarentos e desprezíveis. Vivemos sob a regra do príncipe deste século, que domina o mundo inteiro através do dinheiro. Se o seu dinheiro é a sua vida e você não está disposto a dividi-lo, então certamente você não serve o Senhor. É impossível servir a dois senhores, conforme lemos em Mateus: "Não podeis servir a Deus e às riquezas" Mateus 6:24.
  • Presunçosos: Os presunçosos são pessoas que demonstram excessiva confiança ou orgulho exagerado em si mesmos. Eles confiam em si e não são humildes ou modestos, mas são excessivamente arrogantes e desprezíveis não considerando as outras pessoas. Uma outra tradução para esta característica é exatamente a arrogância. Estas pessoas tendem a ser insolentes por sua altivez e menosprezam todos os outros julgando que não há ninguém que se compare a eles. É uma característica terrível e diabólica, mas que igualmente assola principalmente as pessoas que servem ao Senhor em nossos dias. É muito comum perceber servos de Deus presunçosos.
  • Soberbos: De igual modo, os soberbos são altivos, orgulhosos e arrogantes. Porém esta atitude está mais ligada ao fato dessas pessoas se consideraram melhor que as outras. O soberbo sempre exige o melhor lugar, a melhor companhia, o melhor de tudo. É a exaltação do eu em detrimento do meu próximo. Mais uma característica muito comum hoje, pois os nossos ministérios foram tomados por profissionais. A dicotomia entre o sacerdote e os crentes é gritante. Essa diferença faz com que os irmãos que servem se tornem soberbos. A saída, neste caso, é entender que somos todos sacerdotes diante de Deus e aprender a praticar essa realidade. Tanto a presunção quanto a soberba demonstra que não possuímos o fruto do Espírito, pois dentre as características do fruto do Espírito está a humildade. Todo aquele que é cheio do espírito de Deus é humilde e não gaba de coisa alguma ainda que tenha realizado grandes coisas para o Senhor e nem se considera melhor que ninguém, pois sabe que somos todos pecadores.
  • Blasfemos: Os blasfemos são aquelas pessoas que enchem a sua boca de violência, crueldade, insultos ou são rudes no falar. Que mentem, são dissimulados, caluniadores e difamadores. Veja que estas características não se encaixam naqueles que são santificados e aperfeiçoados na graça de Deus. Um dos livros que mais fala sobre este tema e que demonstra a diferença entre sábios e ímpios é o livro de Provérbios. Veja o que ele nos diz sobre isso: "A boca do justo produz sabedoria, mas a língua da perversidade será desarraigada. Os lábios do justo sabem o que agrada, mas a boca dos perversos, somente o mal" Provérbios 10:31-32. Este texto nos mostra que a "boca fala do que está cheio o coração" Mateus 12:34. Ou seja, aquilo que falamos representa quem somos. Se falamos sabedoria, somos sábios. Mas se a nossa boca se enche de blasfêmias, então certamente é isso que enche o nosso coração também.
  • Desobedientes a pais e mães: Esta foi uma das características que eu achei bem interessante, pois ela representa o nosso tempo e, certamente, diz muito sobre nós mesmos. O século nos ensina que os nossos pais são velhos e não entendem os novos tempos e as novas ideias. A bíblia, porém, nos ensina o contrário: ela nos ensina a honrar nossos pais. Na verdade não é bem um ensinamento, mas uma ordenança de Deus em Êxodo. Veja: "Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá" Êxodo 20:12. Esta palavra é uma ordenança que devemos respeitar. Desobedecer os nosso pais é uma clara evidência que não entendemos a vontade de Deus, pois a vontade de Deus, em grande medida, se realiza na família.
  • Ingratos: Para entendermos a ingratidão é necessário compreender a gratidão. A gratidão é o sentimento de lembrança e agradecimento por algo realizado em relação àquele que realizou o ato. A ingratidão é a falta dessa gratidão. Lembre-se que aqui Paulo está falando sobre pessoas em meio a comunhão da Igreja. Essa ingratidão demonstra que somos pessoas vazias e que não estão satisfeitas com a obra tremenda que o Senhor realizou por nós. Aqueles que são ingratos não se lembram ou não conhecem aquilo que o Senhor realizou por nós nem mesmo todos os atos de bondade e misericórdia que ele realizou em nossas vidas e nas vidas dos milhares de santos através da história. Talvez porque o mundo nos incita a sempre buscar mais em uma sede infinita de realizações e conquistas. Na vida da Igreja, porém, não devemos ter esse sentimento. Nosso sentimento deve ser de conhecer e reconhecer aquilo que o Senhor já realizou por nós (Leia o estudo "A salvação de Deus: A graça salvadora").
  • Profanos: Os profanos são aquelas pessoas que não se importam com a santidade ou em se santificarem a Deus. São pessoas que vivem suas vidas despreocupadamente em seus delitos e pecados diariamente. Não que sejam pecadores imundos, mas elas não se importam em se santificar ou em viver piedosamente. Hoje em dia essa característica é extremamente fértil no meio dos irmãos. É muito comum vermos pessoas que não se importam em se santificarem e que estão na comunhão apenas por interesse ou por convívio social. Talvez pela falta de santidade que assola as denominações, pois nem mesmo os pastores se incomodam com estas pessoas. Elas são pessoas normais como eu e você, mas desprezam viver uma vida de oração e de leitura da palavra de Deus. Eles até sabem da importância de viver dessa forma, mas não se importam em viver do seu próprio modo seguindo suas próprias paixões.
  • Sem afeto natural: Essa característica se perdeu um pouco na tradução para português. O original grego nos revela o sentido de uma pessoa insensível e desumana. Em nosso tempo o capitalismo selvagem nos torna pessoas assim. Hoje vemos que somos demasiadamente desumanos e insensíveis com as pessoas. Os exemplos são inúmeros. João nos incita, neste sentido, a amarmos nossos irmãos com atos e com verdade e sinceridade: "não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade" 1 João 4:18. É muito triste perceber que muitos de nós (senão a maioria) se encaixa aqui. Mas a nossa realidade deve ser de amar ardentemente o nosso próximo. O mandamento de Jesus não foi para amarmos os nossos irmãos, mas para amarmos o nosso próximo. E como na parábola do bom samaritano, o nosso próximo são todas as pessoas à nossa volta.
  • Irreconciliáveis: Os irreconciliáveis são aquelas pessoas que, caso tenham alguma desavença com alguém, se recusam fortemente a se reconciliar por motivos fúteis. São implacáveis e não tornam atrás em suas decisões. É uma característica clara daqueles que não possuem o fruto do Espírito. Devemos perdoar os nossos irmãos, porém dalém disso devemos também nos reconciliar com todos os homens. Como Paulo nos ensinou "se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens" Romanos 8:18. A nossa atitude deve ser amistosa e não com inimizades e contendas.
  • Caluniadores: Os caluniadores são aqueles que acusam falsamente e são encrenqueiros buscando sempre uma confusão, bate-boca ou complicações. Assim, o texto de Romanos 8 também se encaixa aqui. Devemos ter paz com todos os homens, no que depender de nós. Não se trata de calúnia se falamos a verdade, mas é bom saber que mesmo para falar a verdade precisamos de sabedoria e do direcionamento de Deus.
  • Incontinentes: Os incontinente são pessoas que não possuem moderação ou não se contém. Está relacionado a falta de moral e a uma conduta degradante da pessoa. É o contrário do domínio próprio, que é parte do fruto do Espírito. Estas pessoas normalmente não tem o menor recato e não se preocupam em colocar em prática todo seu desejo sórdido. Aquele que possui o fruto do Espírito não se perde em muitas coisas, mas é contido e cuidado. E se não temos estas características devemos buscá-la em Deus.
  • Cruéis: O sentido no original grego para os cruéis está mais amplo. O sentido é de uma pessoa incontrolável, selvagem e feroz. Que naturalmente machuca as pessoas à sua volta sem se preocupar. Esta característica se assemelha aos incontinentes, com a adição do descuidado que os cruéis tem com as pessoas à sua volta. Eles não se importam em degradá-los e diminuí-los para satisfazer a sua vontade.
  • Sem amor para com os bons: Aqui o sentido é exatamente este mesmo. São pessoas que não se alegram com aqueles que estão cheio de Deus ou que fazem o bem. Talvez por motivos interesseiros ou por inveja e ganância. Infelizmente isso também acontece com grande frequência. Muitos homens de Deus sofrem muito com a inveja e ganância de pessoas que apenas desejam se engrandecer no meio do povo de Deus. É importante notar que estas pessoas não tem nenhuma responsabilidade com Deus ou com o Espírito Santo, mas apenas com elas mesmas.
  • Traidores: A traição é a maior prova da falta de caráter de uma pessoa. Demonstra que somos pessoas invejosas, orgulhosas e que não nos importamos com as pessoas ao nosso redor. Por causa do mercado que se tornou o evangelho no Brasil não são poucas as histórias que ouvimos constantemente sobre pessoas que foram traídas ou que viveram situações em que pessoas não foram verdadeiras.
  • Obstinados (precipitados, imprudentes): A tradução em português trouxe "obstinado", mas o sentido não é este. O melhor sentido para esta característica é precipitado, imprudente. Pessoas que não consideram antes de fazer alguma coisa ou de tomar alguma posição. Faltos de sabedoria e de domínio próprio e que também não se importam se o que fazem ocasionará alguma situação para as outras pessoas.
  • Orgulhosos: Os orgulhosos também são pessoas presunçosas e soberbas que se julgam melhor que os outros. Porém esta característica vai um pouco além das duas anteriores. O sentido no original grego é de alguém tão orgulhoso que este orgulho o faz cegar em densas trevas. Ou seja, por se tornar uma pessoa orgulhosa, estas pessoas não conseguem se desvencilhar em uma névoa de orgulho que os cobre e cega. É o cumulo do orgulho e da vaidade própria, que considera que sua própria opinião, ainda que seja sem base ou irracional, é totalmente melhor e mais sábia que a dos demais. É uma aura irracional de carnalidade e falta de entendimento que culminam em erros e tropeços infinitos. Hoje estas pessoas se proliferam como gafanhoto e nenhuma deles poderá chegar ao conhecimento da Verdade. Que elas se arrependam e que o Senhor tenha misericórdia delas no grande e glorioso Dia do Senhor.
  • Mais amigos dos deleites do que amigos de Deus: Hoje vemos que a maioria das pessoas se entrega a muitos prazeres em detrimento de se entregarem a Deus e ao Espírito Santo, Talvez essa seja uma das grandes características do nosso tempo. As pessoas perderam o temor do casamento e dos relacionamentos em geral. Os namoros são feitos de qualquer maneira sem nenhum recato ou cuidado. Na maioria das vezes cheios de pecado e exatamente iguais aos namoros dos incrédulos. Irmãos casados se dão a novos casamentos de acordo com a sua própria cobiça, decisão e desejo carnal. Será que este é mesmo o caminho santo e perfeito do nosso Deus? Se amamos mais os prazeres do que amamos a Deus algo está muito errado e certamente não estamos no caminho perfeito. Se amássemos a Deus teríamos menos divórcios, por exemplo, pois o nosso prazer não seria o centro dos relacionamento.
 A aparência da Piedade 

"[...] tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder." 2 Timóteo 3:5.

Todas estas características convergem para uma realidade triste. Hoje nós temos apenas forma de piedade. A vida de Deus em nós se esvaiu e ficaram apenas a aparência daquilo que já foi realidade no passado. Nós somos egoístas, avarentos, ingratos e orgulhosos, mas nos portamos como se fossemos o exemplo de vida a ser seguido. Esta é a maior derrota dos nossos dias! Todos estamos usando folhas de figueira para tapar a nossa nudez, enquanto o Senhor chama o nosso nome no jardim. Nos escondemos da presença de Deus por medo da nossa concupiscência e do nosso pecado, pois não temos desejo de nos arrepender.

Na comunhão uns com os outros usamos máscaras para que as pessoas não vejam a nossa fraqueza e pecado. Tentamos nos mostrar como fortes e santíssimos, mas somos todos pecadores carentes da graça e misericórdia de Deus. Não deve ser assim! Estas coisas não nos preocupam, pois são pequenas demais para ocasionar em alguma coisa. Entretanto, nos esquecemos que o Senhor nos dá a comer pães asmos sem fermento. Pois "um pouco de fermento leveda a massa toda" 1 Coríntios 5:6.

A palavra "poder" no original grego é 'dunamis' que representa exatamente este poder milagroso do Espírito Santo agindo e operando em nosso meio. Esse poder é o mesmo que agiu poderosamente e que foi descrito nos Atos dos Apóstolos e que agiu também em vários avivamentos durante a história. É também o mesmo poder que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo de Deus. Se negamos este poder, negamos o próprio Senhor Jesus que nos enviou o Consolador e que opera no meio do povo de Deus. A palavra nos testifica acerca do Espírito Santo, o penhor da nossa salvação e que opera com realidade em todos quantos permitem o seu agir. No contexto o que Paulo está querendo dizer é que, apesar destas pessoas terem aparência de piedade, a sua conduta não será conforme as suas palavras. São pessoas mentirosas e que não podem sustentar aquilo que pregam, "porque o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder" (1 Coríntios 4:20).

 Conclusão 

"[...] Foge também destes" 2 Timóteo 3:5.

A conclusão e finalização deste texto é um ensinamento. Devemos fugir das pessoas que, apresentando uma aparência de santidade, são avarentos, ingratos, caluniadores, traidores ou que se enquadram nestes pontos citados. Veja que o problema não é ser avarento ou ser pecador. Todos somos pecadores e faltos em muitas coisas. O problema é que estas pessoas mentem contra a verdade fazendo-se algo que não são. Se não temos santidade, devemos buscar a Deus por santidade. Se somos avarentos, devemos buscar a Deus para que ele nos ilumine. Não devemos mentir contra o Espírito demonstrando uma forma de piedade que não temos. O reconhecimento do nosso erro é o primeiro passo para nos arrepender e santificar. Se não reconhecemos quem somos, certamente não nos arrependeremos do nosso pecado.

Hoje em dia é muito comum que pastores estejam nesta situação. Isto porque o sistema que foi estabelecido nos nossos dias não é perfeito aos olhos de Deus e nem pode subsistir. Ouvimos pregações de pessoas pelo que elas conhecem em detrimento daquilo que vivem. Sendo que nem mesmo Paulo, quando se apresentou aos irmãos de Corinto, se baseou em mero conhecimento humano (ainda que pudesse fazê-lo), mas apresentou um Cristo crucificado e sofredor fazendo saber o real significado do evangelho de Cristo. Porque mesmo Paulo sofreu perseguições e toda sorte de tribulação e situação degradante por causa do evangelho que pregava.

Portanto, fujamos de todos aqueles que, apesar de terem aparência de santidade, negam o verdadeiro agir do Espírito Santo e o seu poder. Mesmo que sejam pastores, homens de renome ou qualquer um. É certo que o Espírito Santo nos declarará acerca de todos os homens. Assim como água e óleo não se misturam, a carne não se mistura com o Espírito Santo. Se andamos em Espírito, então devemos manter distância destas pessoas, pois nada podem adicionar à nossa vida.

Por outro lado, tenha sempre ao seu lado pessoas que se enchem com sinceridade do Espírito Santo de Deus. Não busque os grandes centros religiosos, mas busque a comunhão verdadeira das casas e dos pequenos grupos de comunhão. Contra estas coisas não há lei, nem condenação, nem restrições. O poder de Deus deve fluir entre nós como uma fonte que jorra água pura.

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