E anunciava-lhes a palavra (Marcos 2)

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“E alguns dias depois entrou outra vez em Cafarnaum, e soube-se que estava em casa. E logo se ajuntaram tantos, que nem ainda nos lugares junto à porta cabiam; e anunciava-lhes a palavra” Marcos 1:1-2.

Iniciamos hoje a nossa meditação do capítulo 2 de Marcos. Logo no começo do capítulo vemos uma verdade linda do Senhor Jesus. Aqui ele estava voltando para Cafarnaum pouco tempo depois de haver curado o leproso naquela mesmo cidade. A sua fama era tal, que vemos no texto que eram tantas as pessoas na casa onde estava, que mal cabiam junto à porta.

As pessoas passaram a buscar o Senhor Jesus por seus milagres e queriam ser curadas por ele. Entretanto vemos que Jesus não se preocupou em fazer muitos outros milagres. Ao contrário, Jesus “anunciava-lhes a palavra”. É muito importante perceber que Jesus nunca deixava de levar a mensagem das boas novas por onde quer que passava. O objetivo dele, apesar de realizar muitos milagres, não era esse. Era, porém, revelar ao mundo a glória de Deus através de seu Filho.

Os milagres também glorificavam a Deus, entretanto Jesus era muito cuidado para não cair no laço da vaidade e permitir que os milagres se tornassem o centro de sua atenção e ministério. Nem mesmo permitia que os que estavam a sua volta fossem, também, influenciados apenas pelos milagres. Precisamos entender que em Deus há cura e operação de milagres, mas o que muda a nossa vida e constituição é a palavra de Deus. Jesus sabia muito bem disso. Tanto que Ele anunciava a palavra. Quantas vezes as pessoas buscam nosso concelho e tudo que fazemos é lhes dar concelhos vazios e inúteis? Ao passo que deveríamos lhes anunciar a palavra viva e eficaz.

Muitos hoje em dia se perderam nos muitos milagres e na busca por sinais e prodígios. Este não é o caminho. Isso não significa que a vida cristã não tenha sinais e prodígios, porque a vida cristã é uma vida espiritual e, portanto, naturalmente hão de haver obras miraculosas do Espírito. Entretanto a vontade de Deus supera a nossa vontade e desejos. Nossa busca não deve se basear nos benefícios que Deus proporciona, mas na sua Vida e comunhão. Somente assim compreenderemos, de fato, a vontade do Pai.

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